
| http://www.softwarelivre.org/news/8057 | PSL Mulheres - Dez 04 2006, 09:51 |
Banco e a Economia solidária |
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Bancos e a economia solidária: 26/Fevereiro/2004 Rosalvi Monteagudo “A economia neoliberal exerce uma predominância do capital que é muito maior que a social. Hoje o social se une e protesta, numa ação global. Os banqueiros são os donos do globo e cada vez mais o capital se concentra nas mãos de poucos, desfavorecendo a distribuição de renda”, Rosalvi Maria Teófilo Monteagudo, do livro “Economia Solidária; Novas Regras”, editado pela iEditora. O banco trabalha emprestando o dinheiro alheio através de crédito e cobra juros em cima disso; Não obstante, faz com que seja pago para atender e manter a conta corrente. O capital é uma mercadoria fácil de ser organizada de cima para baixo, sem produção, sem precisar de empréstimos, pois ganha ao empregar o capital alheio. Além disso, a desumana exploração do capital diminui o valor do consumo, a geração de trabalho e prejudica a economia do país. O banco financia a indústria, a lavoura, o intermediário, o serviço, a produção, o consumidor, etc., mas para isso, cobra juros exorbitantes. “Sempre o capital sem preocupação social”, indigna-se Rosalvi. A insatisfação é grande, o desemprego e os poucos que trabalham são mal pagos, sem condição de consumir e viver bem. A maneira como têm procedido com os créditos e os juros cobrados às empresas afetam o preço final ao consumidor. Este sem condição de comprar à vista faz financiamento e paga juros altos, num desumano jogo econômico, sem solução tanto para o social como para o econômico.Sabemos que a falta de financiamento pode prejudicar o progresso, provocando a crise do crescimento. Para um país pobre e capitalista sem capital, isso provoca uma situação de insatisfação e impotência. Falta uma política socioeconômica. Até quando o governo vai administrar somente pelo capital e gerar lucros para os bancos, aumentando a concentração de renda? O social é usado somente para se obter votos.“É preciso reverter essa situação, através de uma organização de baixo para cima gerando trabalho em cooperação econômica. Os países precisam organizar o socioeconômico, sem dependência no capital. Numa economia solidária a cooperação econômica é entre todos os participantes da empresa para evitar a necessidade de empréstimos como forma de desenvolver a produção, motivo pelo qual organiza o capital particular de cada cooperador/dono de acordo com o seu valor Social”, acredita a estudiosa. Porém a concentração do capital retorna para a empresa e o social, através da geração de trabalho e aplicação no capital produtivo, gerando lucro. Resolvendo o problema econômico diminui o problema social.“Nesta terceira revolução industrial e tecnológica a organização socioeconômica é a solução para resolver o problema da fome do globo, através da geração de trabalho em solidariedade social, numa humana ação global. Essa deve ser a preocupação de uma economia solidária, cumprir com o maior dever social, gerar trabalho e a partir desse a cooperação econômica. Evita-se os juros exorbitantes e os créditos ao organizar o capital particular de cada cooperador/dono, através da geração de trabalho e da cooperação e compartilha econômica, via software, gerando lucros e não débitos e/ou inadimplência”. |
| Fonte: http://, ftp://www.rosalvimonteagudo.com.br - http://,tfp://www.econolidaria.org.br |
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